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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Saúde dos portugueses é o reflexo do país


Um estudo feito em 34 países europeus apresentado em Bruxelas mostra Portugal em 25.º lugar na classificação de sistemas de saúde de 34 países europeus
O estudo apresentado sublinha «as esperas demasiado longas e os resultados medíocres» dos hospitais. Portugal apenas conseguiu 589 pontos em mil possíveis e caiu quatro posições relativamente ao último estudo de 2009.
«Parte-se do princípio que a crise económica dos últimos anos afectou Portugal e, por isso, não seria de esperar grandes melhorias na assistência médica», comentou director da investigação, Arne Björnberg.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mulheres altas poder ter mais cancro nos ovários






Estudos realizados revelam ligação entre a altura e a probabilidade de ter cancro nos ovários. Mulheres mais altas podem ser mais susceptíveis.





A revista PLoS Medicine dá conta de uma investigação liderada por Valerie Beral da Universidade de Oxford, em que os dados mostram que tanto a altura como a obesidade são factores a ter em conta no aparecimento de cancro dos ovários.
O centro de investigação de cancro do Reino Unido apresenta uma solução: «Mulheres podem reduzir o risco de cancro ao manter um peso ideal e saudável. Para quem tenta perder peso, o melhor método é comer bem, em pequenas porções e fazer actividade física», revelou a investigadora Sarah Williams.

Os estudos envolveram mulheres de vários países, entre as quais 25 mil tinham cancro nos ovários e 80 mil não tinham.

Dr. Paul Pharoah, da Universidade de Cambridge, revela ainda que as mulheres altas têm 23% mais probabilidades de desenvolver cancro dos ovários, mas que estas também têm uma esperança de vida maior.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Aspirina reduz o risco de cancro em 25%




Estudos publicados no «The Lancet» revelam que uma pequena dose diária de aspirina pode reduzir o risco de cancro e até travar o seu desenvolvimento


Estudos anteriores já tinham revelado o poder da aspirina na prevenção de doenças, mas falavam-nos de uma dose diária durante dez anos, o que se tornou preocupante devido aos efeitos secundários devido à duração de tempo avaliada para tomar o fármaco.

Os estudos agora revelados pelo «The Lancet», realizados por investigadores da Universidade de Oxford e do Hospital John Radcliff, focam-se em apenas três anos de toma diária e reforçam os benefícios da aspirina na luta contra o cancro.

Um dos artigos publicados mostra que a redução do risco de cancro pode ser de 23% nos homens e 25% nas mulheres e que o risco de morte devido ao cancro diminui 15%.

Os estudos publicados revelam ainda a capacidade que a aspirina tem de abrandar o processo de metastização e os benefícios que esta traz para a prevenção de doenças cardiovasculares, sendo que já existem pessoas que tomam uma dose por dia como prevenção, estas sem o saberem estão ainda a prevenir outras doenças.

Antigamente os médicos receitavam um copo de vinho às refeições porque fazia bem ao organismo, a partir de agora vão começar a receitar uma aspirina ao pequeno-almoço e outra antes de deitar só para que possam morrer menos pessoas pelo mundo.

Ainda que os estudos sejam demorados e que em pleno século XXI ainda não se saiba a cura para a maioria das doenças mortíferas, faço uma vénia a estes investigadores que me conseguem fazer acreditar que um dia ainda vamos ter a cura para tudo (vá quase tudo).