quarta-feira, 16 de maio de 2012
Saúde dos portugueses é o reflexo do país
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Mulheres altas poder ter mais cancro nos ovários
Estudos realizados revelam ligação entre a altura e a probabilidade de ter cancro nos ovários. Mulheres mais altas podem ser mais susceptíveis.
A revista PLoS Medicine dá conta de uma investigação liderada por Valerie Beral da Universidade de Oxford, em que os dados mostram que tanto a altura como a obesidade são factores a ter em conta no aparecimento de cancro dos ovários.
O centro de investigação de cancro do Reino Unido apresenta uma solução: «Mulheres podem reduzir o risco de cancro ao manter um peso ideal e saudável. Para quem tenta perder peso, o melhor método é comer bem, em pequenas porções e fazer actividade física», revelou a investigadora Sarah Williams.
Os estudos envolveram mulheres de vários países, entre as quais 25 mil tinham cancro nos ovários e 80 mil não tinham.
Dr. Paul Pharoah, da Universidade de Cambridge, revela ainda que as mulheres altas têm 23% mais probabilidades de desenvolver cancro dos ovários, mas que estas também têm uma esperança de vida maior.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Aspirina reduz o risco de cancro em 25%

Estudos publicados no «The Lancet» revelam que uma pequena dose diária de aspirina pode reduzir o risco de cancro e até travar o seu desenvolvimento
Estudos anteriores já tinham revelado o poder da aspirina na prevenção de doenças, mas falavam-nos de uma dose diária durante dez anos, o que se tornou preocupante devido aos efeitos secundários devido à duração de tempo avaliada para tomar o fármaco.
Os estudos agora revelados pelo «The Lancet», realizados por investigadores da Universidade de Oxford e do Hospital John Radcliff, focam-se em apenas três anos de toma diária e reforçam os benefícios da aspirina na luta contra o cancro.
Um dos artigos publicados mostra que a redução do risco de cancro pode ser de 23% nos homens e 25% nas mulheres e que o risco de morte devido ao cancro diminui 15%.
Os estudos publicados revelam ainda a capacidade que a aspirina tem de abrandar o processo de metastização e os benefícios que esta traz para a prevenção de doenças cardiovasculares, sendo que já existem pessoas que tomam uma dose por dia como prevenção, estas sem o saberem estão ainda a prevenir outras doenças.
Antigamente os médicos receitavam um copo de vinho às refeições porque fazia bem ao organismo, a partir de agora vão começar a receitar uma aspirina ao pequeno-almoço e outra antes de deitar só para que possam morrer menos pessoas pelo mundo.
Ainda que os estudos sejam demorados e que em pleno século XXI ainda não se saiba a cura para a maioria das doenças mortíferas, faço uma vénia a estes investigadores que me conseguem fazer acreditar que um dia ainda vamos ter a cura para tudo (vá quase tudo).