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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Emoções positivas fazem bem à saúde

É comum ouvir dizer que “coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”, mas será mesmo assim? Estudos recentes nas áreas da psicologia e neurologia demonstram que as emoções positivas têm um forte impacto na saúde. Alguns estudos apontam mesmo para a redução do risco de doenças cardiovasculares, como a hipertensão e o colesterol elevado.

A produção de oxitocina, conhecida como a hormona do amor e da felicidade, juntamente com a serotonina actuam sobre o organismo, deixando a pessoa mais feliz e menos propensa a patologias como a depressão e problemas cardiovasculares.

A gratidão, a generosidade ou a solidariedade, por exemplo, quando se ajuda alguém ou se integra um programa de voluntariado, fazem bem não só ao espírito como ao corpo. Além de fortalecerem o sistema imunitário, são ainda um poderoso antídoto contra a dor e o stresse.

Tudo acontece muito rapidamente: Cada pensamento gera uma emoção, essa emoção produz uma reacção bioquímica, que se manifesta no corpo, atuando de forma benéfica. Resultado o sistema nervoso, gástrico e todo o organismo agradecem.

Estima-se que as pessoas que cultivam emoções positivas têm menos 50% risco de contrair doenças.

Compreende-se agora que o bem-estar psicológico e emocional fazem parte de um estilo de vida saudável.

Como define a Organização Mundial da Saúde, o conceito de saúde é: "um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de doença".

domingo, 28 de outubro de 2012

Momentos de Mudança - SIC

Numa fase em que o sector da comunicação social trava a maior batalha de sempre com a crise e novas tecnologias, deixando profissionais desempregados e o verdadeiro jornalismo ‘apagado’ por programas onde intrigas, sexo, violência e até a burrice dão mais audiência. 
Preferem-se programas de treta às reportagens que mostram realidades de todo o mundo, porque sai mais barato meter-se 12 paspalhos numa casa do que investir no jornalismo. 

No mês em que a SIC comemora 20 anos de emissões, estreia uma série documental debruçada nas maiores transformações vividas pelo país de 1992 a 2012. 
«Momentos de Mudança» acompanha vários portugueses até ao instante em que experimentam viragens profundas e marcantes nas suas vidas, é aqui que onde o formato de reportagem volta a ganhar terreno e a prender o telespectador ao grande ecrã com conteúdos de informação e da realidade de outros mundos que nem sempre se conhece.

   

A 22 de Outubro Alexandra Delgado entrou pela casa dos portugueses para contar e mostrar ao país como é que uma rapariga com HIV lida consigo, com a família e com o mundo ao seu redor. A viver numa aldeia no meio do Alentejo, para Alexandra o seu maior problema não foi os pais terem-lhe transmitido a doença, mas sim lidar com preconceitos a que a capital já não está habituada. Mas ainda assim, a jovem do Alentejo confessou, já em lágrimas, que o seu maior medo não é ficar sozinha e que ninguém seja capaz de a ver para além da doença. 

É por isto e muito mais que as reportagens são necessárias, não só para entreter, mas para envolver o espectador e dar-lhe a conhecer causas e vidas em constante mudança.

A série é produzida e realizada por uma equipa formada por Cândida Pinto, Jorge Pelicano, João Nuno Assunção, Marco Carrasqueira e Inês Rueff (estagiária). 

Aqui ficam as minhas grandes felicitações à Sic pelo trabalho desenvolvido. 

Vê aqui a reportagem Momentos de Mudança – Alexandra | Viver com HIV

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Ele acordou do coma depois de ouvir a voz da namorada

Esta é daquelas história que podia ser de um qualquer filme romântico. Matthew Taylor, um professor britânico, despertou recentemente de um coma que durava há 10 meses, depois de ouvir a voz da sua namorada. O jovem de 31 anos estava inconsciente desde que teve o acidente de mota na Indonésia e que lhe provocou sérias lesões no crânio.
Durante os 10 meses de coma, Matthew não mostrou qualquer reacção perante os métodos de estimulação implementados no hospital, só há cerca de três semanas, depois de ouvir a voz da namorada, o jovem começou a chorar.
Os médicos consideram os recentes progressos de Matthew uma vitória inesperada.
A ideia de ligar à jovem partiu da família «Ele ficou com os olhos cheios de lágrimas quando pusemos o telemóvel junto ao seu ouvido», contou um familiar. «Depois ela perguntou-lhe qualquer coisa e ele disse um 'sim' silencioso e começou a chorar», acrescentou.

Desde aí, todos os dias os familiares ligam à namorada e quando Matthew percebe que a chamada vai ser feita já levanta o braço para agarrar o telemóvel
Os médicos consideram que o jovem está num estado de coma ligeiro e acreditam que este estímulo foram fundamentais para o sucesso do tratamento.

«Embora cada caso seja diferente, já tivemos outros exemplos de pessoas que acordam de coma e fazem excelentes recuperações, vivendo uma vida feliz e preenchida», comentou o porta-voz do hospital.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

H&M Fashion Against AIDS


Este verão a H&M tem uma campanha que chama a atenção para a Sida, não esquecendo que as novas gerações precisam de ouvir e «re-ouvir» os métodos de prevenção e de contagio.
O sexo seguro é a mensagem que a campanha da H&M «Fashion Against AIDS» quer transmitir no quinto ano consecutivo desta campanha que alerta as populações jovens para o HIV/Sida, sendo que parte dos lucros das vendas reverterão a favor da prevenção da mesma.
São 25% do total de vendas que serão direccionadas para vários projectos internacionais de alerta contra o HIV/Sida. Nos projectos anteriores, a H&M já conseguiu angariar cerca de 5 milhões de euros, espera-se que este ano, apesar da crise, os valores sejam semelhantes aos anos anteriores.
Ann-Sofie Johansson, directora criativa da H&M explica que «Adoro a colecção Fashion Against AIDS deste ano. Mistura muitos estilos globais que envia não apenas uma forte mensagem de moda, mas também ajuda a espalhar o alerta sobre esta causa. É fantástico que a colecção também inclua o trabalho de artistas e ilustradores de muitos e diferentes países, ajudando assim a angariar fundos para estes projectos fundamentais para os jovens sobre o HIV/Sida».
A colecção apresenta influências étnicas dos diferentes continentes, tendo sido encomendados estampados especiais de artistas e ilustradores internacionais

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Saúde dos portugueses é o reflexo do país


Um estudo feito em 34 países europeus apresentado em Bruxelas mostra Portugal em 25.º lugar na classificação de sistemas de saúde de 34 países europeus
O estudo apresentado sublinha «as esperas demasiado longas e os resultados medíocres» dos hospitais. Portugal apenas conseguiu 589 pontos em mil possíveis e caiu quatro posições relativamente ao último estudo de 2009.
«Parte-se do princípio que a crise económica dos últimos anos afectou Portugal e, por isso, não seria de esperar grandes melhorias na assistência médica», comentou director da investigação, Arne Björnberg.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Filho de Carlos Martins encontra dador



Gustavo já encontrou um dador compatível de medula óssea.


O anúncio foi feito através do Facebook criado pela família do jogador, o pequeno Gustavo, já tem "um dador totalmente compatível".

"Hoje é um dia de muita alegria. Com enorme gratidão, comoção e satisfação anunciamos que, após um longo e exasperante período de espera, foi encontrado um dador totalmente compatível com Gustavo", escreveu Carlos Martins.
Gustavo sofre de aplasia medular, uma disfunção da medula óssea para a qual o tratamento mais eficaz é o transplante.
O caso de Gustavo levou a que um grande número de pessoas em Portugal quisessem ajudar e fazer parte desta e de outras causas.
"A todos os que se preocuparam, que perderam horas do seu tempo, que fizeram quilómetros e se sujeitaram a filas de espera, que disseram presente, que partilharam a nossa dor e aderiram ao movimento de ajuda ao Gustavo, o nosso muito obrigado", acrescentou o internacional.
Carlos Martins promete continuar a dar notícias sobre a saúde de Gustavo.


A todos os que partilharam e re-partilharam e quiseram ajudar: OBRIGADO

terça-feira, 1 de maio de 2012

Afinal os palavrões fazem bem à saúde!


Quantas vezes nos apetece mandar tudo pelo ar, dizer daquelas palavras menos bonitas, mas porque temos o nosso professor, os pais ou o chefe presente não as dizemos e retraímos tudo?
Ao que parece isso vai acabar.

Um estudo de uma equipa de investigadores da Universidade de Keele, no Reino Unido, revela que afinal dizer palavrões pode ajudar a aliviar a dor. No entanto, para funcionar terá de ser apenas em pessoas que não os dizem com frequência.

Os resultados deste brilhante estudo vão ser apresentados na conferência anual da «British Psychological Society» em Glasgow, na Escócia, em Maio próximo.
Os cientistas que já tinham chegado à conclusão que pronunciar palavrões reduzia a sensação de dor, vêm agora comprovar com a nova investigação que os palavrões fazem bem à saúde.
A equipa crê que o alívio da dor acontece porque esta forma de expressão desencadeia no organismo uma espécie de reacção de libertação ou luta, «acelerando as batidas cardíacas, uma resposta fisiológica associada ao comportamento agressivo».

Portanto, dizer palavrões produz não apenas uma resposta emocional, mas também física. Estas palavras tão sancionadas na nossa sociedade são vistas como grosseiras, obscenas e que transgridem os códigos de linguagem e de educação em vigor. Mas, e se na realidade forem realmente terapêuticas?

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Diabetes tipo 2 mais rápido nas crianças e adolescentes



Estudo comprova que a diabetes tipo 2 progride mais fácilmente nas crianças e adolescentes.

Uma pesquisa realizada nos EUA veio mostrar que a diabetes tipo 2 é mais perigosa em crianças e adolescentes. Este tipo de diabetes que é associado ao excesso de peso além de ser mais rápido, apresenta maiores dificuldades no que respeita o controlo da doença.
No estudo, divulgado pela TSF, foram acompanhados 700 jovens durante 4 anos entre os 10 e os 17 anos de idade.
Os jovens tinham em comum pertencerem a agregads familiares com poucos rendimentos e casos de diabetes na família.
Segundo a pesquisa não foi possível controlar o nível de açúcar no sangue. Os cientistas justificão este efeito negativo com o facto de, durante estas idades, se verificarem rápidas alterações hormonais.