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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Músicas para o fim do mundo: 21/12/12

Se na véspera do fim do mundo, já estava o «caos» instalado, em dia de fim do mundo olha-se para o céu e pensa-se quando cairá algo nas nossas cabeças, ou então simplesmente damos por nós a rirmo-nos como se não houvesse amanhã (nunca esta expressão teve tanto sentido), mas afinal parece que amanhã ainda há mundo. 

Aqui fica a lista de 10 músicas para o fim do mundo.


 R.E.M. – It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine) 



 Metallica – The Four Horsemen 



 Muse – Apocalypse Please 



 Rolling Stones – Gimme Shelter 



 Tom Waits - The Earth Died Screaming 



 CPM 22 – Um Minuto para o Fim do Mundo



The Doors – The End



 Roberto Carlos - Apocalipse 



 Raul Seixas – O Dia em que a Terra Parou 



 Paula Toller e Sandy - E o Mundo Não se Acabou



E já agora...
...algumas imagens






quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Gangnam loucura style



PSY pôs o mundo a dançar os seus passos à cowboy o e já é o vídeo mais visto do Youtube, deixando Justin Bieber para trás.





Chegou em Julho e inseriu a sua dança à cowboy, primeiro na Ásia, depois no resto do mundo. Em poucos meses, «Gangnam Style» do sul-coreano PSY conseguiu ultrapassar «Baby» de Justin Bieber, que a cada hora que passa arrecada mais visualizações. Contribui agora com mais uma e já está com 983.116.803 visualizações. 



O vídeo começou a sua conquista na Ásia, espalhando-se depois pelos Estados Unidos e Europa. Segundo referiu o «trends manager» do Youtube ao LA Times, 70% das visualizações deste serviço de «vídeo on demand» vêm de fora dos Estados Unidos. 
PSY, cuja carreira é agora gerida pelo manager de Justin Bieber (Scooter Braun), já teve o privilégio de partilhar palco com Madonna e ainda fez a dança do cowboy para o compatriota Ban-Ki Moon, secretário-geral das Nações Unidas, e até para Barack Obama. 


Em homenagem à loucura gangnam, o Youtube teve no início da semana o logo do canal com PSY ao lado. 




Mas não ficamos por aqui... as discotecas fazem deste um hino das noites, há remixes para todos os gostos, imagens espalhadas por todo o mundo que fazem com que PSY e o seu estilo continuem a correr os quatro cantos do mundo e até o sósia de Obama fez o vídeo.




 «Gangnam Style» ganhou um prémio da MTV para Melhor Teledisco, nos últimos MTV European Music Awards.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O outro lado das princesas ... em lingerie

Durante umas voltas no mundo da internet deparei-me com aquilo a que apelidei de «O outro lado das princesas da Disney».
E se as princesas que sempre lutarão contra o mal... fossem diferentes?

As imagens são mexicano Camus Altamirano para o Lingerie Day.

Aqui fica o lado mais ousado das princesinhas da nossa infância.










segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Eu sou 91, tu és 96. Entre nós nunca vai resultar


Esta é uma «regra» que se impõe no quotidiano da juventude portuguesa de hoje em dia, consumidos pelo comodismo e regalia das mensagens e chamadas gratuitas para a mesma rede. As culpadas são das operadoras.
É sobre esta «Geração Extreme» que Inês Teixeira-Botelho, aluna da Universidade Católica Portuguesa, escreveu a sua tese de mestrado, agora também em livro.

Eu ainda sou do tempo em que as mensagens se pagavam, tudo era contabilizado para poupar, pediam-se «extras» de 1€ a amigos para mandar mais uma ou duas mensagens quando os pais não queriam voltar a carregar o telemóvel e se escrevia «Oi td b?Vms bbr 1cafe?» (Olá tudo bem? Vamos beber um café?) na tentativa de não ultrapassar os 160 caracteres limite e não pagar mais. Sou ainda da era dos ‘toques’ em que se recebêssemos um toque queria dizer «sim» e dois toques queria dizer «não», ou em que dar um toque significava «Estou à tua porta. Desce».

A comodidade a que as operadoras móveis nos habituaram com mensagens grátis, chamadas para mesma rede e agora pacotes de internet, fazem com que existam 3 «bolhas»: Extreme Vodafone, Tag Optimus e Moche Tmn, onde quem entra numa não pode aceder à outra bolha.
«Geração Extreme» fala exactamente dessas bolhas e do que elas podem gerar. Ou se tem dois ou três telemóveis para familiares e amigos e se consegue contactar com todos ou, por outro lado, e este o mais vulgar, têm-se apenas um telemóvel, uma rede e cria-se o próprio mundo em função dessa rede.
Se uma pessoa é 91 e a outra é 96, existe um limite económico que não permite o contacto. Ainda que este limite seja apenas imaginários e que se as pessoas antigamente comunicavam por cartas para os quatro cantos do mundo e mantinham uma amizade, hoje este limite, esta bolha é imposta por comodismo. Para quê gastar mais 5€ da mesada quando se pode fazer tudo com apenas 5€?
Tal como Inês refere, estas bolhas tanto integram ou expulsam «os elementos que não pertençam ao mesmo grupo da rede de telecomunicações.»

O telemóvel é hoje em dia, visto pela maioria dos jovens, uma «parte da identidade pessoal », diz a investigadora Inês Teixeira-Botelho, se antes não se saía à rua sem relógio, hoje não se sai sem telemóvel. E há quem apenas de pensar que pode perder ou danificar o seu mais estimado aparelho, perdendo contactos e ficando incontactável é o fim do mundo!
Os jovens de hoje são «cidadãos do mundo», dispostos a manter relações «que sejam uma extensão da sua própria identidade». É aqui que o telemóvel assume grande importância, pois é visto como «parte da identidade pessoal dos jovens e também a base da sua sociabilidade enquanto seres humanos».
"É difícil para eles pensar na realidade de forma separada das suas tecnologias pessoais", comenta Inês. O que os caracteriza são as "relações interpessoais ininterruptas", sendo que "esta geração criou uma nova pontualidade". São «hypertext-minds», ou seja, os raciocínios que têm são desenvolvidos em paralelo e executam várias tarefas ao mesmo tempo.

Esta é uma «Geração Extreme» sempre em contacto com os entes mais queridos através de telemóvel, internet, redes sociais; além da mentalidade desta geração que Inês veio a descrever, a autora notou, durante a investigação, que existem tarifários que predominam mais a norte e outros mais a sul.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O amor anda à solta

Há já alguns tempos que tenho vindo a reparar, que ou as mulheres estão cada vez mais apaixonadas, ou a quantidade de imagens e comentários nas redes sociais está a triplicar, quadruplicar, enfim, a aumentar a olhos vistos.

Afinal de onde vem todo esse amor agora explícito pelo Facebook, Twitter, Tumblr, Blogs, Instagram e outros?



Seja muito bem-vindo à era das redes sociais e quem não as tem não existe, não vive, não tem voz.

Se tem uma rede social e não a usa: ninguém o vê; se tem uma rede social e apenas joga: ninguém se lembra de si: se tem uma rede social e não partilha: ninguém o ouve; se tem uma rede social e não comenta: não existe.

A camada jovem feminina assente nas redes sociais faz com que haja um aumento circunstancial de artigos e posts partilhados e re-partilhados vezes sem conta, de norte a sul do país, de uma ponta à ponta da Europa, dando a volta ao Mundo! Partilha-se informação de lés-a-lés.
E com isto se dá voz ao amor, ou ao que resta dele, ou o que um dia será amor. As mulheres, que antes se calavam, que escondiam os sentimentos e viviam na sombra de quem tem o amor do seu lado, hoje cantam, fotografam e comentam. Dão voz ao coração e à alma.

São páginas como «Status de Relacionamento», «Girl Stuff», «MoreThan100Words», «Frases sentidas», «Just Inspiring» ou «Intensa» que dão a voz, ou melhor a escrita, ao sexo feminino, aquele que é tido como sexo fraco ainda que seja mais forte que o oposto e faça das «tripas coração» para «mover mundos e fundos».
Entre as piadas sobre homens, os estados, as imagens partilhadas e as músicas, elas encontraram o «seu porto de abrigo» quando mais ninguém as intende. Ao menos o computador ainda não lhes responde!


O que elas pensam:



O que elas vêem por aí:



O que elas dizem:




Com o que elas se entretêm:




O que elas sentem:



O que elas desejam:



As mulheres só não conseguem se não quiserem, ou quando têm vergonha, mas fazem das redes sociais e blogosfera o seu próprio mundo, e quem for capaz de o tirar a estas «rainhas» das redes que tenha medo, porque enquanto houver Internet há voz!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sabemos o que andas a fazer

Callum Haywood, um estudante britânico de 18 anos, quer mostrar que os comentários que colocamos nas redes sociais podem ir muito mais além do que aquilo que imaginamos.
O site desenvolvido pelo estudantes revela quais são as pessoas que querem ser despedidas, as que estão de ressaca, as que usam drogas e até as que têm um telemóvel novo.
As listagens de posts aparecem com várias revealções, desde manifestações ao ódio pelo chefe, os que mudaram de telefone e mostram o novo número ao mundo, os que escrevem «Deus fumou cannabis» e os que se queixam da dor de cabeça e boca seca da ressaca.

Callum aplicou uma ferramenta que permite recolher posts onde aparecem algumas palavras-chave que depois chegam ao seu site.
Para o jovem Weknowwhatyouredoing.com é «uma experiência», para provar que a privacidade nas redes sociais é uma ilusão.

«Choca-me muito o que as pessoas revelam nos seus posts públicos do Facebook, que é uma das razões por que lancei o site», explicou Callum à CNN. «Criei-o para que as pessoas tenham noção das questões que levanta colocar esse tipo de informação no Facebook sem definições de publicidade activadas.»

O site foi lançado esta segunda-feira e Callum conta que ao fim de 24 horas já tinha 120 mil visitantes únicos.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Facebook programa posts

A rede facebook desenvolveu uma nova ferramenta que permite agendar os posts e programa-los para uma data e hora específicas. Este agendamento pode ser feito pelo administrador da página desde que com 15 minutos de antecedência entre cada post.
Esta nova funcionalidade está disponível através de um ícone de um pequeno relógio que aparece no canto inferior esquerdo do campo da publicação e só pode ser usada por quem já tenha aderido ao novo formato do Facebook, a Timeline.

Mark Zuckerberg anunciou ainda que a sua rede social passará a ter a sua própria loja de aplicações. A AppCenter estará disponível nas próximas semanas para cerca de mil milhões de utilizadores em três versões: Web, sistemas operativos Android (Google) e iOS (Apple).

A Bola pensa em Moçambique

O jornal desportivo A Bola está a ponderar a entrada nos mercados sul-africanos e moçambicanos, numa estratégia de expansão «de um projecto global e integrado», segundo Vítor Serpa, director do jornal. Depois da experiência em Angola ter sido bem-sucedida, espera-se o mesmo para Moçambique.
A Bola Moçambique deverá adoptar o mesmo esquema de periodicidade aplicado em Angola, onde o jornal é publicado três vezes por semana.

«Estamos a avaliar a situação e a perceber as condições, nomeadamente técnicas, para avançarmos com o projecto», declara.

Também a A Bola TV deverá chegar a terras africanas a partir da África do Sul e daí difundida para os países de origem lusófona. Sendo que as emissões deverão arrancar em Setembro deste ano.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Sê Presidente da Câmara no Facebook

A Electronic Arts (EA) vai disponibilizar o 'SimCity' para o Facebook. A tarefa de construir e gerir uma cidade vai estar disponível para mais de 900 milhões de utilizadores.
Em breve, vão ser mais de 900 milhões de utilizadores do Facebook que podem assumir o papel de Presidente da Câmara no Facebook.
No Facebook tem o nome de ‘SimCity Social’, é igualmente criado pela EA e é a versão social saga da empresa norte-americana.
O jogo tem a mesma linha de sempre, onde o jogador pode construir estradas, restaurantes, estádios, parques, escritórios, ou seja, todas as infraestruturas de uma cidade.
Esta versão social será limitada pelas capacidades que o Facebook possibilita às aplicações, mas com a ajuda de amigos, será possível ganhar vários tipos de recompensas que podem ser aplicadas em ‘SimCity Social’.

O jogo é apresentado esta semana na E3, na Califórnia, EUA, e surge através de uma parceria que a EA mantém com rede de Mark Zuckerberg.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Europa supera EUA no mercado electrónico

Em 2011, a Europa tornou-se o maior mercado de comércio electrónico do mundo. Segundo a EMOTA, Associação Europeia do Comércio Electrónico e Venda à Distância, o comércio electrónico na Europa cresceu no último ano quase 20%, situando-se nos 246 mil milhões de euros. Os Estados Unidos fecharam o ano com 237 mil milhões.
De acordo com dados da EMOTA, as vendas do comércio online representam, agora, cerca de 5,1% do valor total do mercado de retalho na Europa, com 240 milhões de e-consumidores a gastar uma média de 1.000€ cada».
«É muito animador ver que a Europa consegue superar um mercado enorme, como o da América do Norte, para liderar o mundo do comércio electrónico. Embora, em média, as vendas a retalho online representem cerca de 5,1% do mercado retalhista total na Europa, alguns dos mercados mais avançados estão muito além desse valor e, à medida que a tecnologia se torna mais difundida nos pequenos mercados, esperamos que este número, sustentado por 240 milhões de consumidores de comércio electrónico e a serem cada vez mais, também continuará a aumentar», comentou Walter Devenuto, Presidente da EMOTA.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Acções do Facebook valem 38 dólares



O Facebook chegou finalmente à bolsa. A rede social anunciou quinta-feira a entrada no mercado de mais de 421 milhões de acções a 38 dólares por cada título.
Os títulos do Facebook começam já a ser transacionados no índice tecnológico Nasdaq, em Wall Street, sob a designação FB. Esta é a maior entrada em bolsa de uma cotada tecnológica e uma das maiores das empresas norte-americanas.
O Facebook reservou ainda 180 milhões de acções para a sua própria conta, o que lhe permite recolher 6.840 milhões de dólares.



quarta-feira, 16 de maio de 2012

«Lisboa Startup City»

A InvestLisboa lançou o vídeo «Lisboa Startup City» onde depoimentos de jovens empreendedores estrangeiros pretendem divulgar a capital de Portugal como a cidade ideal para investir.
A InvestLisboa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação Comercial de Lisboa / Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa com o apoio da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
O vídeo produzido pela Pony Tale foi realizado por Fernando Mamede para a InvestLisboa somou em apenas 24h 20 mil visualizações.
A InvestLisboa tem como objectivo a promoção da cidade de Lisboa como centro internacional de negócios e investigação e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Guerra de redes sociais: Facebook vs. Google



A empresa Google tentou atacar o mercado de Mark Zuckerberg com a rede social Google+. Agora é a vez do Facebook responder à Google com um novo projecto.



A Google é das empresas com mais guerras em aberto. A guerra com o Facebook parece não ter fim à vista, e a cada ano que passa parece agravar-se.

A revista norte-americana Businessweek, revela que o Facebook está a trabalhar num novo motor de pesquisa online e que estará apenas disponível para os utilizadores da sua rede social, conseguindo estes encontrar actualizações de estado, ligações, fotografias e vídeos de forma mais fácil e mais rápida.

Lars Rasmussen, engenheiro norte-americano que já esteve na Google, foi o escolhido pelo Facebook para liderar a equipa de programação, constituída por 24 programadores.

Especialistas defendem ainda que a nova aposta de Mark Zuckerberg pode ser um erro enorme ao tentar copiar a Google, mas que a maior rede social do mundo deveria concentrar-te em novos projectos.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Redes Sociais - O Ódio


















As redes sociais são um fenómeno cada vez mais presente e que englobam todo o tipo de geração, desde os mais novos aos mais velhos, pelo menos é o que pensamos nós quando olhamos à nossa volta e todos estão no Twitter, no Facebook ou noutra qualquer plataforma.
Mas afinal, parece que não é esta a realidade. O Jonal "I" online comunica que "As redes sociais nasceram para parodiar o Facebook ou o My Space e a sua forma de coleccionar amizades à distância. Agora reivindicam o seu estatuto de contracultura". Pois é, afinal nem tudo é tão magnifico e simples no mundo da Internet e das redes sociais.

A noticia fala-nos então de uma novidade: redes anti-sociais. Mas afinal o que são estas redes? São plataformas online que criticam/imitam a convivência que rege o Facebook ou o My Space e substituem os convites por ofensas e ódios.

O psicólogo e especialista na área das novas tecnologias, Roberto Balaguer,que relacionarmo-nos "através da agressão é algo empobrecedor, mas para muitos é a única maneira de comunicar nas redes sociais. O Enemybook, por exmplo, funciona como uma plataforma para os excluídos e incompreendidos. Tem vertentes ligadas ao underground como é o caso do ódio pelas regras.". Esta contracultura, onde em vez de amigos se fazem inimigos, conta já com 16 mil seguidores, sendo o mais odiado George Bush.

O Futuro do Jornalismo - Ciberjornalismo


Desde sempre existirão revoluções e inovações que alteraram a forma e o pensamento da sociedade e do mundo. Passamos por várias revoluções industriais que sempre nos trouxeram mais e melhor tecnologia.
Hoje, a meio do século XXI damos-nos conta do quanto toda essa evolução modificou as várias gerações e o quanto a nossa geração é diferente das anteriores, e como a geração seguinte será muito mais evoluida e inovadora que esta.
Com tudo isto coloca-se uma questão, que parece fulcral.... Qual o futuro do jornalismo nas gerações seguinte e até ao fim da nossa?
Pois é, nem todos paramos 5 minutos para pensar e debater sobre este tema, mas a verdade é que está na ordem do dia, principalmente para os estudantes de Comunicação Social e todos os intervenientes.
Parece-me que o facto de a Internet fazer já parte da nossa vida, está a conseguir, de certa forma, "controlar-nos" e a afectar tudo e todos à nossa volta, desde as relações que estabelecemos com o mundo que nos rodeia, como a facilidade de encontrar informação e até mesmo a forma de ler as notícias.
Deixámos de parar no nosso quiosque habitual para comprar o jornal, sentarmo-nos de manhã numa esplanada a beber o nosso café matinal e a folhear as novidades que os jornais nos trazem todos os dias. Nos tempos de hoje, já não ficamos com os dedos meios cinzentos das folhas do jornal, não temos peso na mala, nem sequer necessitamos de lamber os dedos para mudar de página; hoje basta-nos um simples clique para acedermos a um vasto leque de sugestões, novidades, notícias e a constantes actualizações. Passamos os olhos por meia dúzia de linhas e acabamos por saber tudo sobre Lisboa, Portugal, a Península Ibérica, a Europa e todo o Mundo!
As fronteiras estão diluídas, já não sabemos onde começa cada cultura, cada notícia; estamos de tal forma incorporados noutras culturas e no Mundo que nos perdemos a nós próprios.
O jornalismo está agora online, chamamos-lhe "Ciberjornalismo", ou seja, o jornalismo com uma linguagem simples e limpa, capaz de chegar a todo o tipo de classes, um jornalismo onde reina a hipertextualidade, interactividade.
Contudo, há princípios básicos que não mudam, como o compromisso do jornalista para com a verdade; o jornalismo servir os cidadãos; a independência dos jornalistas face às pessoas e assuntos que cobrem; transmissão de mensagens de forma simples de modo a que todos as consigam perceber.


“Em vez da anarquia jornalística ou da informação amordaçada, procuro um equilíbrio que preserve o que o sistema actual tem de melhor e estimule o emergente jornalismo de publicação pessoal, o do futuro (…) perfeitamente ao nosso alcance. A possibilidade de qualquer um produzir informação dará voz a pessoas que a não têm tido” 1

Em suma, "A escrita para os novos meios é, provavelmente, o aspecto que mais separa os jornalistas digitais dos tradicionais e aquele que terá ainda de percorrer o mais longo caminho até uma definição rigorosa da narrativa digital. Afinal, é só mais uma ruptura trazida pela emergência do género de jornalismo, que contrasta com o tradicional na actualização noticiosa contínua, no acesso global à informação, na reportagem instantânea e na personalização dos conteúdos."2

Já tiraram os vossos 5 minutos para pensar nesta questão? Qual a tua opinião em relação ao futuro do jornalismo no mundo e em Portugal?




1-D.Gillmor (2005) Nós os Media. Lisboa: Presença, p.19
2- Bastos, Helder, Ciberjornalismo e Narrativa Hipermédia,
http://prisma.cetac.up.pt/artigospdf/ciberjornalismo_e_narrativa_hipermedia.pdf

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A Barbie existe!

A sensação do momento chama-se Valeria Lukyanova e é russa.

Aos 21 anos Valeria transformou-se na sensação da Internet nos últimos dias por ser a Barbie!

A jovem russa apresenta-se de olhos azuis, cabelo loiro e um corpinho danone, tal como o da boneca Barbie, sendo que a maioria dos rapazes estão deslumbrados e dizem que é tal e qual a boneca que a Mattel criou em 1959.

Por outro lado, o sexo feminino diz que a jovem não é assim tão bonita nem tão semelhante o que já começou a levantar dúvidas sobre a existência real de Valeria.


Será uma montagem, ou a boneca existe mesmo na realidade?

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A tua vida é um meme?


Começou por ser uma mera brincadeira. Os memes tinham frases de séries, bandas, pessoas famosas. Hoje fazem parte do mundo da Internet que a cada dia que passa fazem um novo meme onde contam o seu dia, a piada de um amigo, as aborrecidas aulas da faculdade, ou o desespero do seu trabalho.



Os memes invadiram a Internet e as páginas multiplicam-se com mais ou menos piada.

Agora também os jogadores do Chelsea ganharam diversos memes onde Torres foi comparado a Alonso, da Fórmula 1 e na imagem lia-se «Messi: Fernando is faster than you».

Enquanto na Europa ainda se brinca aos memes, nos Estados Unidos da América a história já é outra.

Os americanos ganham dinheiro a criar memes com lucros de 1 milhão de dólares por mês.


Sabe mais nas curiosidades de Tec Mundo

Beyoncé é a mais bonita!







A cantora foi eleita a mais bonita do ano.

Beyoncé agora com os seus 30 anos e mãe continua a dar que falar. A cantora foi eleita a mais bonita do ano e deixou para traz beldades como Sofia Vergara e Charlize Theron.

O prémio foi atribído pela revista People que premiou o estilo e a beleza da cantora.

"Sinto-me melhor do que nunca porque dei à luz", comentou Beyoncé. Já com 16 prémios Grammy no seu currículo.

Aqui ficam as 10 premiadas:

1ª Beyoncé
2ª Sofia Vergara
3ª Charlize Theron
4ª Lily Collins
5ª Madeleine Stowe
6ª Christina Hendricks
7ª Michelle Williams
8ª Paula Patton
9ª Miranda Lambert
10ª Kate Middleton

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Share a Coke





Coca-Cola lança nova campanha e modifica as embalagens.





O nome da campanha é «Share a Coke» com o intuito de ser partilharem coca-colas entre amigos, conhecidos, familiares ou simples estranhos que passam por nós no supermercado.
Na Austrália, a Coca-Cola escreveu 150 nomes nas suas embalagens através de uma nova campanha publicitária.
«Voltar a unir as pessoas» é o objectivo da campanha de marketing que a Coca-Cola lançou a depois de um estudo ter revelado com 50% dos australianos não tinham consumido o refrigerante.
Inicialmente, a ideia resume-se ao incentivo do contacto humano, mas «Share a Coke» já faz parte das redes sociais.
A Coca-Cola mostra-se satisfeita com o crescimento de 5% dos consumidores da marca.


Aqui fica o vídeo:





Queres saber mais? Vai a This is not Advertising.



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Os tweets portugueses mais influentes






Artistas, professores, políticos, jornalistas… todos falam de política no Twitter





A Lift Consulting divulgou esta segunda-feira os 10 utilizadores nacionais mais influentes do Twitter na política.
Na lista podemos encontrar nomes coomo Carlos Zorrinho (@czorrinho), Daniel Oliveira (@danieloliva), Edite Estrela (@editeestrela), Fernanda Câncio (@fcancio), Nuno Gouveia (@gouveia), José Manuel Fernandes (@jmf1957), João Galamba (@joaogalamba), João Quadros (@omalestafeito), Paulo Querido (@pauloquerido) e Michael Seufert (@seufert).
O estudo da consultora estratégica, feito a partir do Klout (klout.com), revela que estes 10 utilizadores obtiveram uma média de 3 mil re-tweets, 9 mil menções e 10 mil seguidores no Twitter nos três meses analisados