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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Palavrões, quanto custas...


Uma recente pesquisa realizada pela CareerBuilder com mais de 5 mil profissionais americanos, vem mostrar que ainda que os palavrões possam ser mal vistos no local de trabalho, podem levar a uma subida no ordenado.
São mais de 60% os inquiridos que têm uma opinião negativa sobre alguém que usa palavrões no ambiente profissional, pondo em causa o profissionalismo do funcionário.
71% considera que o uso de expressões desse tipo indica falta de controlo e 68% acha que é apenas falta maturidade, enquanto 54% dizem ainda que gozar no trabalho faz com que o profissional pareça menos inteligente.

Contudo, um quarto dos chefes diz que já «brincou» directamente com os seus funcionários, e 28% dos colaboradores dizem que fizeram o mesmo com colegas de trabalho.
Dos 51% que admitem usar palavrão no trabalho, quase todos (95%) dizem que o fazem na frente de outros colegas de trabalho, e metade sente a liberdade de usar palavrão na frente do chefe imediato.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Elogio às mães portuguesas

O Movimento Portugal é Nobre comemora esta semana um ano, e no seu aniversário a Nobre lança nova campanha.
Esta quarta-feira, 25 de Julho, a Nobre avança com uma campanha publicitária onde homenageia a profissão mais nobre: ser mãe! A campanha intitula-se «Ser Mãe é ser Nobre todos os dias», tem como personagens principais três mães e os seus filhos.
Através da página do movimento no Facebook, as mães de Portugal puderam concorrer e partilhar as suas histórias mais nobres. De todas, foram eleitas 10 que depois passaram pela votação do público em geral que escolheram os protagonistas da nova campanha.
Marta Rufino, directora de Marketing da marca, explica que «Esta iniciativa está perfeitamente alinhada com os valores que fundaram o Movimento Portugal é Nobre. Em 2011, apresentámos a história de altruísmo do David Fernandes, fundador da Big Hand. Este ano, homenageamos as Mães Portuguesas, que são um dos pilares da nossa sociedade. Consideramos que este é o caminho certo a seguir para, juntamente com a comunidade do Movimento, recuperarmos o orgulho no que Portugal tem de melhor».

NoSchool abre alas à criatividade

NoSchool é uma ideia de Leonel Moura, um artista português que nasceu em Lisboa em 1948, e que é também o seu director.
Conceito desta escola surge depois de Leonel, em 2009, percorrer a Europa no âmbito do Ano Europeu da Criatividade e Inovação, do qual foi embaixador, participando em reuniões e iniciativas com foco na educação.
Inserida no grupo Talent Universities, a Noschool é um novo tipo de escola dedicada à criação pelos alunos de produtos inovadores. A função da escola é acompanhar e apoiar os alunos em todas as fases de desenvolvimento dos seus projectos, ajudando a uma melhor definição da ideia, implementação, produção, divulgação, marketing, venda ou criação de uma empresa.
A Noschool, compromete-se a, além de dotar os alunos de conhecimentos genéricos, a ajudar a encontrar uma saída profissional, integrar uma empresa ou montar um negócio.
Inserida no Palácio Quintela, na sede histórica do IADE, em Lisboa, dispõe de apoios técnicos e tecnológicos através de parcerias com empresas.
Esta será uma escola que será um verdadeiro centro de investigação, trabalho e produção assistida por uma presença constante de professores, monitores e um conjunto variado de classes criativas, conferências e actividades complementares.
Ao contrário das restantes escolas e universidades portuguesas, não oferecendo licenciaturas ou outros graus académicos, a NoSchool não estabelece condicionantes etárias, estando a admissão apenas sujeita a entrevista.


Sabe mais em NoSchool

domingo, 8 de julho de 2012

Não há desculpas, José Luís Peixoto da P&P

Estivemos à conversa com José Luís Ferreira, fundador da Pessoas & Processos, no âmbito da Gestão de Projectos antes da conferência «Desenvolver a Competitividade de Portugal com a Gestão por Projectos» que se realizou em Lisboa no Hotel Tivoli Oriente, nos dias 20, 21 e 22 de Junho de 2012.


José Luís Ferreira leccionou na Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e foi director do Departamento de de Ciências e Tecnologias da UAL até ter apresentado uma proposta inovadora que a mesma recusou.



- A “Pessoas e Processos” nasceu em 2001 e centra-se essencialmente no Cliente. Quais os principais objectivos da empresa e a sua missão?
A missão tem a ver com criar, ajudar a criar e ensinar a fazer. Nós fazemos desenvolvimento, fazemos gestão de projectos e fazemos formação, tudo centrado no cliente como sempre foi. E temos a preocupação de ter em cada cliente uma atitude de «nós não somos um fornecedor, somo um parceiro». Naqueles que conseguimos ter uma relação de confiança e proximidade, a confiabilidade, que é um termo que nós gostamos, as coisas funcionam porque é essa a maneira como sabemos estar.

- O que é que a “Pessoas e Processos” tem para oferecer que as outras empresas não tem?
Tem esta relação que nós achamos que é diferente. Nós costumamos utilizar a frase «não há desculpas», se nós dissermos que fazemos, vamos fazer. Há um compromisso de continuidade e enquanto o cliente não estiver satisfeito nós não desarmamos. A ideia é win-win em que toda a ganha.

- Quais as mudanças que nota, desde o início da “Pessoas e Processos”, a nível do mercado português, no que respeita à gestão de projectos?
Em 2001, nós começamos com formação e a formação que nós fazíamos na altura, hoje em dia não tem sentido, nem sentido no mercado em que estamos. O que mudou na gestão de projectos foi que nós investimos mais na gestão de projectos, temos mais maturidade, temos mais relacionamento com o cliente. E à uma maior noção por parte das empresas que, para fazer projectos de grande envergadura, é preciso gestão de projectos externa. Hoje em dia, há um reconhecimento da necessidade de um gestor de projectos, curiosamente há ainda uma desvalorização do valor do gestor de projectos.

- A “Pessoas e Processos” foi considerada uma PME de excelência. A que é que se deve este resultado?
A PME de excelência é um título atribuído a questões que têm a ver, pura e simplesmente, com a gestão financeira da empresa. Nós temos conseguido ter crescimento, capitais próprios interessantes, margens de negócios positivas e temos conseguido manter uma estratégia de crescimento e é a isto que se deve sermos uma PME de excelência.

- A “Pessoas e Processos” lançou o Oracle University Masters, uma formação certificada da Oracle para Universidades. Considera que sem a «Pessoas e Processos» esta formação não seria possível, ou que não teria o mesmo valor?

A P&P tem hoje um contrato com a Oracle para entrega da formação Oracle desde o ano passado, o que significa que a formação Oracle deve passar pela P&P e sempre tivemos esta perspectiva de trabalhar com as universidades. O ano passado lançamos este projecto e posso dizer que o resultado foi nulo, não houve nenhuma universidade onde isto tivesse funcionado. Portanto, com ou sem P&P não teria funcionado de qualquer forma, porque há muito pouca gente disposta a pagar formação. O indivíduo comum só faz se for grátis, as empresas é que pagam se precisarem de formação.


- A P&P definiu desde a sua origem chegar um dia aos PALOP, ainda que não o imaginasse possível. Como é que a empresa chegou até Angola?
Quando nós tivemos a nossa primeira reunião de estratégia em 2001, só saiu de lá uma ideia concreta: PALOP, um dia nós vamos para os PALOP. E um dia alguém nos convidou para irmos a Angola trabalhar numa cooperativa de habitação da Sonangol, para desenhar uma solução, mas alguém ficou com a nossa proposta e alguém fez o trabalho por nós. No entanto, no meio destes contactos acabamos por criar algumas relações com pessoas e entidades, uma das quais nos convidou para criarmos uma universidade lá. Na altura eu e o Miguel estávamos na Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e havia todo um interesse em criar uma parceria com a UAL, ajudamos a criar tudo, mas também este projecto acabou por não avançar connosco.
Contudo, acabamos por criar dois tipos de relação com Angola, uma por todas estas ligações e outra através dos alunos da UAL que acabaram por voltar para Angola e que ao ver que nós estávamos a ir para lá no começaram a desafiar e no meio destas conversas todas, acabou por surgir a relação com uma ex-aluna que tinha relações com a Sonangol a quem foi pedido que lhe indicassem uma empresa que em Portugal pudesse fazer o desenvolvimento de uma solução informática e surgimos nós.
É um mercado potencial muito interessante, com todas as dificuldades que os mercados apresentam, mais ainda para um mercado que é cada vez mais um mercado para as empresas angolanas.

- E como é que acha que está a correr esta experiência de estar no mercado em que é preciso ter capitais angolanos?
É difícil, é interessante, tem obviamente excelentes perspectivas e nós estamos confiantes, tenho de o confessar, porque temos um projecto que está a correr e se tudo correr bem, pode abrir-nos portas muito interessantes.

- Nos dias 20, 21 e de Junho decorrer a VI Conferência Internacional dedicada ao tema “Desenvolver a Competitividade de Portugal com a Gestão por Projectos”. A “Pessoas e Processos” esteve presente nas anteriores?
A P&P esteve presente na anterior, eu pessoalmente estive envolvido desde o início no PMI Portugal, mas afastei-me durante alguns anos. No ano passado retornei e estive na conferência, este ano muito provavelmente estarei na conferência a não ser que algo me impeça. E acho que a Gestão de Projectos deve continuar a ser privilegiada como mecanismo para fazer as coisas funcionarem bem.

- Quais as expectativas que tem para esta 6.ª edição?
Estes eventos, para mim, têm muito mais interesse pelo networking que se faz, do reencontro de pessoas, a abertura da discussão e inclusive fora da conferência, porque os temas da conferência são interessantes para depois se discutir. E há sempre relações internacionais que se abrem. Este ano vamos ver, mas as expectativas são positivas. Mas estou muito nesta perspectiva de que o que vale é reencontrar as pessoas e que há uma comunidade que pode funcionar.

- Este ano a conferência terá no primeiro dia um novo formato. No dia 20 de Junho, oradores, docentes e estudantes poderão estar em contacto entre si. Acha que a partilha de experiências entre empresários e futuros empresários pode ser uma mais-valia?
É uma das mais-valias. Uma das falhas que eu sempre senti na minha formação é que não me ensinaram a ser empresário. Eu hoje sou um empresário por acaso. (…) É fundamental que hoje os jovens entrem para o mundo do mercado de trabalho, não na perspectiva de serem empregados, mas na perspectiva das suas competências e do seu valor intrínseco. (…) Ter este tipo de contactos entre quem já fez, quem está a começar a fazer, é fundamental.

- Acha que esta conferência é importante para Portugal e para os alunos que estão a terminar os cursos não perderem a confiança?
Acho que tudo o que hoje se faça para aumentar a confiança é positivo. Nem que seja um Euro2012! Não vale a pena as pessoas continuarem a queixar-se e não levantar o rabo da cadeira, não ir à luta. Houve aí um discurso muito criticado do nosso Primeiro-ministro que disse que «ser desempregado é uma excelente oportunidade», não é, deve ser horrível, mas se nos deixarmos estar na zona de conforto, as coisas não melhoram.

- Se tivesse de deixar uma mensagem aos jovens que estão agora a tentar entrar no mercado de trabalho, o que seria?
Não se limitem àquilo que foi a vida para a qual se prepararam. Quiseram ser jornalistas, ponham a criatividade ao serviço da comunicação, onde quer que seja. Tem que se olhar para as competências e não para a área funcional de trabalho.
Arranjem maneira de se vender, vendam-se! Arrisquem!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Mestrado português é um dos melhores

O Financial Time lançou novamente o seu ranking e o Mestrado em Finanças da Nova School of Business and Economics (Nova SBE), da Universidade Nova de Lisboa, voltou a ser distinguido.

A Nova SBE volta a reforçar a sua posição como escola modelo no que respeita ao Mestrado em Finanças, estando em 21º lugar no ranking do Financial Times. Segundo o comunicado, o programa da instituição foi considerado o mais internacional de todos e o que mais evoluiu.

A combinação entre a teoria e a prática e ainda a vasta diversidade nacional foram factores imprescindíveis para a distinção do curso.

O Financial Times salienta ainda que as viagens internacionais como visitas de estudo de modo a expor os alunos à realidade mundial são uma mais-valia.

Esta nova distinção vem reforçar a afirmação internacional da Universidade Nova de Lisboa enquanto escola de Negócios e Economia.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Água das Pedras lança campanha com Daniela Ruah

A Água das Pedras convidou Daniela Ruah para a sua nova campanha publicitária. A ideia é transmitir a sensação de bem-estar, leveza e frescura da marca, reforçando o seu tema: «uma bebida ideal para todos os momentos».
«A Água das Pedras é uma marca Portuguesa de referência, reconhecida internacionalmente pela sua qualidade. A Daniela Ruah é uma atriz Portuguesa com prestígio internacional e com uma excelente imagem junto do público em geral. Existem características comuns entre Água das Pedras e a Daniela Ruah que permitem reforçar atributos como a naturalidade e a proximidade, a elegância, a subtileza e a integridade. A escolha foi natural e bastante consensual, pelo que acreditamos que será uma dupla de sucesso!», explica Bruno Albuquerque, director de marketing das Águas Unicer.

O vídeo da campanha apresenta uma técnica inovadora de filmagem subaquática. O filme começa por mostrar Daniela Ruah e três amigos a beberem Água das Pedras, sendo depois transportados para dentro de água, um mergulho que destaca em grande plano a protagonista. Com movimentos elegantes e imagens subaquáticas, o spot termina em voz off: «Mergulha num momento Pedras e sente o prazer refrescante da água. Água das Pedras. Água com vida».

Daniela Ruah revela ainda que «Participar na nova campanha da Água das Pedras foi uma experiência fantástica e um desafio. Foi muito interessando ter que recriar o bem-estar e o efeito refrescante que a marca proporciona através dos mergulhos e de movimento debaixo de água. Foi com muito orgulho que aceitei o convite da marca, até porque sempre fui fã de Água das Pedras e identifico-me com ela».


terça-feira, 22 de maio de 2012

Mercado Solidário Giríssima.com

A plataforma ibérica Giríssima, de compra e venda de peças de roupa e de decoração, e a Instituição de Solidariedade Social «Banco do Bebé» juntaram-se a par de iniciativa «Mercado Solidário». Este projecto, que a agência Cunha Vaz & Associados apadrinha, tem como principal objectivo a angariação de fundos para o «Banco do Bebé», sendo a angariação feita através da venda solidária de produtos de moda cedidos por marcas, jornalistas e bloguers, ou até mesmo por quem seja solidário e queira participar na iniciativa.
O evento de apresentação contará com a presença da Presidente e vice-Presidente de Direcção do Banco do Bebé, Marina Arnoso e Assunção Mascarenhas, e com a presença e alto patrocínio de S.A.R. a Senhora D. Isabel, Duquesa de Bragança, Presidente da Assembleia Geral da instituição.
A venda solidária proporcionará a todos os que gostam de moda a oportunidade única de comprarem marcas de excelência, a preços acessíveis, de personalidades do mundo da moda e designers que colaboram com o Giríssima.com.

A apresentação do projecto decorrerá esta quinta-feira, 24 de Maio de 2012, no Hotel Fontecruz em Lisboa, às 11h30.
Para os que quiserem ajudar, podem levar roupa que tenha vida útil no dia 24 de Maio para que esta possa ser vendida e com o dinheiro ajudar quem mais precisa.

Seja solidário e participe.



domingo, 20 de maio de 2012

Volkswagen aproveita gafe





A RTP deu a gafe, a Volkswagen aproveitou-a.


A Volkswagen aproveitou a gafe cometida pela RTP no noticiário que informava que o modelo da marca alemã Golf tinha um IVA de 6%, para lançar uma campanha no seu Facebook.
A marca de automóveis criou três imagens de outdoors com as frases: «Informamos que continuamos a fazer 23% de IVA nos nossos ‘golfes’», «Mas podemos oferecer + 6% de prazer de condução» e ainda «Até ao fim deste mês pode ainda receber um taco de golfe e uma bola com o logo VW, na compra de um Volkswagen Golf».

O erro da estação televisiva foi aproveitado para que a marca dinamiza-se a campanha. Afinal o IVA de 6% é acerca da modalidade desportiva.

Amigos Somos Nós - Sagres


Este verão a Sagres vai lançar uma nova promoção com o lema «Amigos Somos Nós», dando a oportunidade a todos os consumidores de ganharem alguns prémios imediatos.
Para que possam ganhar um dos prémios basta que até 14 de Agosto, os consumidores estejam atentos às caricas/cápsulas da cerveja Sagres e confirmarem no seu interior se ganharam.

«A cerveja Sagres é a companhia ideal para os momentos de convívio com os amigos durante todo o ano. Com esta promoção inovadora queremos dar a oportunidade a todos os consumidores Sagres de ganharem prémios imediatos com grande valor acrescentado que vão desde viagens VIP ao Rock in Rio Brasil, a iPads, LED TV’s e Playstations 3. É muito fácil de participar pois os consumidores só têm que estar atentos ao interior das caricas/cápsulas de Cerveja Sagres para poderem ganhar», explicou Glauco Ferreira, gestor de marketing de Cervejas da SCC, .

Mantém-te Original - Sumol




Sumol volta a incentivar os seus consumidores a manterem-se originais.


A Sumol volta a lançar o lema «Mantém-te original», a sua assinatura desde que se reposicionou em Abril de 2010.

A marca tenciona libertar os consumidores das convenções sociais, do conformismo e dos preconceitos. «A pertinência deste tema, associado à ideia da juventude, fez da campanha de 2010 uma das mais comentadas na blogosfera e garantiu-lhe lugar no top 10 das campanhas mais recordadas», refere a insígnia.

A próxima fase da campanha desafiará o consumo com uma nova intenção, o de fazer, colocando a voz na acção através do verbo «Praticar».

«Pratica o:Não me interessa o que pensas de mim», «Pratica a coragem», «Pratica o: Devias ter vergonha», «Pratica o despropósito», «Pratica o erro», são algumas das palavras de ordem que a Sumol vai fazer ouvir nos seus anúncios, encorajando o consumidor num único sentido: «Pratica-te».



Parabéns à Portela Cafés




Parabéns a você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos cafés servidos. A Portela Cafés faz 35 anos e está de parabéns!


A Portela Cafés comemora o seu 35º aniversário no próximo dia 24 com o lema «O sabor de sempre, o preço de antigamente», em que a marca vai oferecer cafés a 35 cêntimos.
A par desta ideia, na loja do Centro Comercial Colombo, entre os dias 19 a 27, um artista plástico fará pinturas ao vivo utilizando como tinta, o café da marca.
No dia do aniversário haverá um workshop «Café: Origens, sabores e segredos», ministrado por Jorge Marçal, diretor comercial e de produto da marca.
No dia 22, na loja do Centro Comercial Colombo, a marca vai promover um workshop e uma prova de café para o lançamento da nova cápsula.

«Maio é um mês muito importante para nós. E este ano, tem um sabor ainda mais especial, pelos nossos 35 anos. Queremos partilhar esta data com todos os verdadeiros apreciadores de café, sejam com os clientes que nos acompanham há anos seja com aqueles que ainda não nos conhecem, mas que têm agora um incentivo com a promoção de 0.35 cêntimos no dia 24», comentou Ângelo Marçal, sócio-fundador e administrador da marca.

sábado, 19 de maio de 2012

Novas Oportunidades e Emprego não cabem no mesmo prato


Afinal, e depois das mais variadas polémicas à volta dos cursos, as Novas Oportunidades têm um efeito muito reduzido no emprego e nos salários.

O estudo de avaliação do impacto do Programa Novas Oportunidades foi apresentado em Lisboa, e segundo os resultados avançados pelo Instituto Superior Técnico, a instituição responsável pela realização do estudo de avaliação, "O resultado no emprego e remuneração foi muito reduzido e os melhores resultados referem-se a quem concluiu processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissionais, que foram também os menos procurados", declarou Isabel Leite, secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, na apresentação.

O impacto que os centros Novas Oportunidades tiveram foi «reduzido» no emprego sobretudo quando associados a formação profissional, mas uma repercussão «geralmente nula» nas remunerações.




sexta-feira, 18 de maio de 2012

Moody's volta a fazer das suas

A Moody's continua a «atacar» tanto a nível nacional como internacional. Desta vez foram dezasseis bancos, entre os quais o Santander, o BBVA, a CaixaBank e o Banesto, que viram o seu rating ser cortado pela agência de notação financeira Moody´s.
Este novo corte no rating dos bancos é consequência da descida do rating da dívida soberana espanhola e também das dificuldades da banca espanhola no acesso aos mercados de capitais.
A agência baixou também a nota de quatro regiões espanholas, passando a Catalunha e Múrcia a serem consideradas «lixo».

segunda-feira, 14 de maio de 2012

CIN RE-MAKE em Lisboa

A companhia de tintas e vernizes líder em Portugal e Espanha lança agora mais uma edição do CIN RE-MAKE, um projecto de intervenção urbana aberto à criatividade dos alunos de Lisboa e do Porto, onde o vencedor verá a sua arte exposta num muro de Lisboa.
O tema é a Sétima Arte, em que a curta-metragem «Cidade Colorida», que conta com a participação de José Fidalgo, foi a inspiração de todos.
Para participar, basta ir ao Facebook da Cin, ver a curta-metragem e enviar um trabalho gráfico inspirado no filme. O júri é composto pela CIN, pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Born e seleccionará os trabalhos mais originais que depois vão poder ser votados no Facebook por sistema de partilhas.

O vencedor do trabalho mais partilhado tem como prémio a exposição do mesmo no muro da Av. General Norton de Matos (Benfica) durante quatro meses.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Estágios ou escravidão




Estagiários: dos bem renumerados aos escravos da empresa.





Acaba-se a licenciatura, começa a corrida aos jornais e caça aos estágios. Uma correria incansável às empresas que não querem ou que se aproveitam. Bem vindos ao mundo dos recém licenciados!

Em Lisboa, há pelo menos 4 tipos de estágios: os bem pagos, os mal pagos e os não pagos ou os que se tem de pagar para estagiar.

Ora começando pelos últimos...

Estágios onde se paga para trabalhar. Este é o universo da Universidade Católica e outras por todo o Portugal, onde uma candidatura a um estágio implica o pagamento de uma mera quantia de cento e poucos euros à Universidade que conseguiu o tão milagroso estágio. Pagam-se 3 ou 6 meses e no final diz-se ‘adeus’ ao estágio e e ao dinheiro e bem-vindos novamente ao mundo da procura de trabalho que não existe.

Os estágios não pagos, ora a maioria dos jornais em Lisboa são assim, contrato de 3 a 5 meses de estágio sem possibilidade de no final se ter um lugar na redacção e em que o estagiário é apenas mão de obra barata e renovada a cada final de contrato, sem qualquer custo para a empresa. Conta para o curriculo, acham os estagiários.

Os mal pagos, são aqueles onde se limitam a pagar o passe do estagiário mas não a gasolina de um carro e ainda se tem direito ao subsidio de almoço mas só ao de 5.45€ como se hoje em dia se conseguisse sequer comer um bitoque e uma agua por esse preço, se calhar já nem no McDonald’s enfim! Um estágio onde o estagiário é pago, muito mal pago e escravo de caprichos de chefes e não chefes. Autenticas bolas de ping-pong entre uns e outros superiores. Mas reclamar é coisa escassa visto que existe dinheiro a entrar.

Por fim, existem casos raros em que os estagiários conseguem ser pagos nos 'trabalhinhos' que arranjam, normalmente estes têm a mão da ‘senhora cunha’ e mesmo que esta não garanta a integração na empresa no final do estágio, garante pelo menos o ordenado mínimo durante 6 meses.

Portugal a quanto obrigas os estagiários ups! Escravos a sofrer em busca de uma primeira experiência laboral na área estudada!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Share a Coke





Coca-Cola lança nova campanha e modifica as embalagens.





O nome da campanha é «Share a Coke» com o intuito de ser partilharem coca-colas entre amigos, conhecidos, familiares ou simples estranhos que passam por nós no supermercado.
Na Austrália, a Coca-Cola escreveu 150 nomes nas suas embalagens através de uma nova campanha publicitária.
«Voltar a unir as pessoas» é o objectivo da campanha de marketing que a Coca-Cola lançou a depois de um estudo ter revelado com 50% dos australianos não tinham consumido o refrigerante.
Inicialmente, a ideia resume-se ao incentivo do contacto humano, mas «Share a Coke» já faz parte das redes sociais.
A Coca-Cola mostra-se satisfeita com o crescimento de 5% dos consumidores da marca.


Aqui fica o vídeo:





Queres saber mais? Vai a This is not Advertising.



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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Real Madrid constrói ilha


Afinal o Real Madrid não é apenas um simples clube de futebol que arrecada milhões todos os anos. Agora é também um gigantesco imobiliário e financeiro que vai construir uma ilha de sonho nos Emirados Árabes Unido.
Um investimento de mil milhões de dólares.

Veja aqui as fotos:










Compal - 60 anos




Compal lança a «frutologia» para celebrar os seus 60 anos.







A Compal lançou recentemente uma campanha para a comemoração dos seus 60 anos com base no conceito da «frutologia», marcando presença nos vários canais.
E ao perguntar-nos afinal o que é a «frutologia», Miguel Garcia, director da divisão de sumos e néctares da Sumol+Compal, responde-nos: «É arte. É ciência. É a experiência e conhecimento que ao longo de 60 anos fizeram da marca Compal a número um no mercado de sumos e néctares» e acrescenta ainda «Esta campanha assinala os 60 anos da marca, uma celebração que queremos partilhar com todos os consumidores que fizeram a nossa história».

A publicidade que invade as nossas casas, leva os espectadores ao «mundo da frutologia», junta caras conhecidas de outras campanhas da Compal através do tema que tem assinatura da Young e de Manuel Faria, da Indigo.

As filmagens decorreram de norte a sul, de modo a que todos os portugueses fizessem parte e se sentissem parte da Compal.

Um conceito que faz parte de Portugal, tal como a Compal e que em tempo de crise e desespero nos mostra que há marcas nacionais que conseguem ir mais além e sobreviver durante anos por várias gerações, agregando gerações. Porque afinal todos bebem Compal.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Futebol é nas Redes Sociais








O Barómetro Social Media revelou que em Portugal se prefere de futebol em vez de política nas redes sociais
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Estreia-se em Portugal o barómetro mensal das redes sociais e é da responsabilidade da Identidade Digital (consultora de comunicação) e Cision (empresa de monitorização de informação). Ao longo do mês de Março foram realizadas análises ao Facebook, Twitter, Youtube, blogues e fóruns de discussão que comprovaram que o desporto abunda na Internet portuguesa.

Em Portugal, o clube com mais referências nas redes sociais é o Benfica com 75 mil, seguido do FC Porto com cerca de 70 mil e o Sporting com 45 mil.

Na política, o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, está no topo das referências online com quase 9 mil durante o mês passado.

O Barómetro Social Media apenas analisa as referências feitas, não distinguindo os comentários positivos dos negativos, mas caso seja solicitado é possível fazer-se a extracção da informação.
barómetro não distingue comentários positivos, negativos ou neutros, mas um responsável da

O barómetro propõe-se medir temas dentro de duas categorias fixas futebol/política e duas categorias variáveis cerveja/café

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Guerra de audiências: TVI volta à Marktest





TVI anunciou que vai voltar à medição de audiências da Marktest.




Numa altura em que a controvérsia sobre os dados da empresa GFK é cada vez maior, a TVI vai voltar ao painel da Marktest. Segundo o site da TVI, o abandono da medição da GfK deve-se ao facto de não ser possível continuar a trabalhar com um sistema que tem apresentado problemas de medição de telespectadores, esclareceu a administradora delegada da Media Capital, Rosa Cullell.

«Em Fevereiro, dissemos à GfK e aos associados da CAEM - Comissão de Análise de Estudos de Meios que o sistema não estava a funcionar e precisava de mais tempo para estabilizar. Ficou a promessa de que isso iria mudar no mês de Março. Mas chegámos ao fim do mês e temos um sistema igual ou pior», afirmou Rosa Cullell.

Depois dos dados da GFK terem-se mostrado menos certos, a RTP1 foi a mais prejudicada, tendo sido atribuído zero espectadores a alguns programas emitidos em períodos horários onde haveria público.

Inicialmente a GFK afirmou que os seus números revelavam que existiam mais espectadores a ver televisão do que os que a Marktest contabilizava. Contudo, os dados do passado domingo revelaram uma quebra de 1,5 milhões de pessoas. Visto que em Portugal não morreu assim tanta gente durante o fim-de-semana e que a Hora do Planeta foi no sábado haverá demasiada fuga de espectadores dos sistemas GFK.


A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), disse em comunicado que «seja qual for a solução encontrada para a medição de audiências televisivas, o presidente do Conselho Regulador da ERC considera indispensável que a empresa ou empresas seleccionadas sejam sujeitas a uma supervisão técnica» e que «essa supervisão, sob a forma de auditoria especializada, deveria ser acordada em sede de auto-regulação no interior da Comissão de Análise de Estudos de Meios».